sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Ui que boa vida!

Esta manhã tive muito pouco que fazer.
Aí pensei: que raios, não tenho nada que fazer, e por acaso hoje em dia até tenho uma coisita ou outra que dizer.
Vai daí, que se lixe, vamos lá a abrir um blog!
Toda a gente tem, toda a gente escreve, porque não eu também?
Posso não ser o mais dotado para a escrita, mas pelo menos vou tentar escrever em bom português, sem erros (sim, é uma indirecta à esmagadora maioria dos órgãos de comunicação social portugueses).
Sou pai há menos de 2 meses, e portanto tenho muitas venturas e desventuras (menos que as primeiras, felizmente) que contar.

Comecemos então pelo princípio, que é normalmente o melhor ponto de partida para qualquer história que se preze.
Janeiro de 2007 - resolução de ano novo para mim e para a minha namorada/companheira/mulher: este ano vamos ser pais!
Sim, porque o relógio biológico já tiquetaqueia há algum tempo, e algum dia haveria de ser! Se somos felizes juntos, porque não consumar esse amor com um filho?
E se assim pensámos, melhor o fizemos: mãos (e corpos) à obra, que este é dos melhores e mais prazenteiros objectivos a cumprir!
E assim, alegremente, ao chegar a Março já tínhamos a boa nova: ESTAMOS GRÁVIDOS.
(continua)

Sem comentários: